
Todas pessoas estão ligadas a antigos padrões de comportamento. Estes padrões de comportamento directamente vinculados a ideias, imagens, factos, acontecimentos e reminiscências do passado, bombardeiam a nossa consciência constantemente. Eliminar estes bloqueios significa libertar-se de nós, o que só é conseguido com a mudança de hábitos. Assim, o crescimento pessoal pode ser acelerado simplesmente pela quebra de hábitos. O que deve ser quebrado é a relação de dependência inerente ao padrão. Portador de uma falsa segurança, uma aparente serenidade que dissimula um medo de mudança. O que definimos como rotina, como gostos instalados que achamos que são a essência do nosso ser e as características principais do nosso
"eu"/indivíduo, não são mais do que sintomas de hábitos instalados.
A liberdade de escolha cria um
input de energia que destabiliza os hábitos e desvenda a força latente que nos atrai à norma. No entanto, uma liberdade de escolha exercida dentro de um hábito é limitadora, mas um bom começo. O potencial de mudança está sempre lá.
Os hábitos mentais são mais difíceis de lidar do que os físicos, porque são menos óbvios. Em geral, são herdados dos pais ou então adquiridos por condicionamento social. Estes restringem todo o nosso medo de viver, trazendo traiçoeiramente uma falsa imagem ou sensação de segurança. Simplesmente ter a vontade de mudar não implica mudança, mas um adiamento.
O derradeiro desafio é depois da mudança instalada aceitar a felicidade que dela advém.